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Pólo Ecoturístico de Taquaruçu - TO - Fev/06

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Com a criação do Estado do Tocantins, em 1988, e a implantação de sua capital Palmas, em 1990, na área do recém emancipado município de Taquaruçu, este passa à condição de distrito de Palmas. Desta forma, o distrito de Taquaruçu encontra-se inserido no município de Palmas do qual dista 32 km.

Segundo Santos (1996, pp.21,49), os primeiros migrantes que deram início à formação do povoado de Taquaruçu, vieram, principalmente, do Maranhão e do Piauí, na década de 1940 (Séc. XX), e dedicou-se a princípio à agricultura de subsistência, à atividade extrativista do coco babaçu e à criação de animais domésticos, com significado na vida social, econômica e cultural da comunidade, além do cultivo de diversos cereais como, o arroz, milho, feijão e, principalmente a fava (Vicia faba).

Na década de 1950 (Séc. XX), Taquaruçu destacou-se na região pela produção de arroz e da atividade extrativa do coco babaçu o que o levou a receber o título de “Celeiro de Porto Nacional”, fato este que lhe propiciou a abertura de uma estrada ligando Taquaruçu a Porto Nacional (SANTOS, 1996, p. 89).

Porém, na década de 60 (Séc. XX), Taquaruçu entra em processo de decadência econômica devido à construção da estrada BR-153 (Belém-Brasília4), que proporcionou maior comercialização entre as cidades surgidas ao longo da rodovia federal, entre outras Gurupi5 e Paraíso. Este processo se acentuou ainda mais, quando da construção da ponte sobre o Rio Tocantins em Porto Nacional, na década de 70 (Séc. XX), facilitando a comunicação deste município com o restante das cidades do então norte goiano (SANTOS, 1996, p. 89).

Já na década de 1990, com abertura de estradas asfaltadas, como a TO-050 e TO-030, ligando, respectivamente, Palmas a Porto Nacional e Taquaralto a Santa Tereza, esta passando por Taquaruçu, favorece maior comercialização dos produtos hortifrutigranjeiros, afluxos de pessoas, freqüência aos balneários, entre outras (UNITINS, 1999, p.114).

A intensa procura dos turistas pelos atrativos naturais de Taquaruçu, especialmente dos balneários e a degradação ambiental demandada do turismo predatório, levou a Prefeitura Municipal de Palmas, através da Agência do Meio Ambiente e Turismo - AMATUR, em 2000, realizar diagnóstico turístico do local e inventariando 82 atrativos turísticos com vistas à exploração do ecoturimo.

1. PÓLO ECOTURÍSTICO DE TAQUARUÇU

Em agosto de 2001, foi instalado o Pólo Ecoturístico do distrito de Taquaruçu. Conforme AMATUR (2000, p. 9), a Prefeitura Municipal de Palmas reconhece que a conservação dos recursos naturais, culturais e paisagísticos de Taquaruçu, a proteção ambiental e um ininterrupto espírito acolhedor entre o “trade” turístico e a comunidade local, são condições essenciais para um turismo de qualidade. Assim, o aproveitamento turístico de Taquaruçu tem como premissas:
- Um turismo, cujos benefícios econômicos sejam satisfatoriamente distribuídos entre todos os envolvidos;
- Um turismo participativo, reconhecendo o direito e o dever da população de se engajar no processo de desenvolvimento e gerenciamento;
- Um turismo sustentável, de longo prazo, das áreas de destinação, em detrimento dos ganhos de curto prazo.

2. FUNDAMENTOS TEÓRICO-CONCEITUAIS

Sucessivas críticas ao turismo convencional e de massas têm levado pesquisadores e estudiosos sobre a temática, a proporem novas formas de turismo, reconhecendo ser o turismo sustentável ou ecoturismo, o ideal.

Para os estudiosos sobre o assunto, ainda há controvérsias quanto à correta terminologia e interpretação do significado do ecoturismo e que, qualquer iniciativa no sentido de estabelecer rígidas definições incorrerá no risco de ser superadas pelo próprio amadurecimento conceitual, proporcionado pela evolução dialética dos acontecimentos e do pensamento crítico que em torno deles vai se formando (PIRES, 2002, p. 126).

Para Pires (2002, p. 158), nenhuma das definições conhecidas de ecoturismo é completa e consegue sintetizar as demais, indicando que uma abordagem mais adequada do ecoturismo e uma análise de suas atividades poderão orientar-se pela observação de alguns critérios, quais sejam: sustentabilidade ambiental, social, cultural e econômica, o aspecto educativo e a participação da comunidade.

Assim, qualquer ação ou atividade que busque o status de ser considerada ecoturismo deverá ter como princípios fundamentais, a ênfase na natureza e nos valores culturais autênticos, minimização dos impactos ambientais, geração de benefícios para a comunidade local, difusão da consciência ecológica por meio da educação ambiental e compromisso com a conservação da natureza.

De acordo com o Diagnóstico Turístico de Taquaruçu realizado pela AMATUR, o turismo no distrito ainda não gera benefícios econômicos, sociais, culturais e ambientais. Mas, Taquaruçu com sua grande diversidade de recursos naturais significativos deve buscar um modelo de desenvolvimento ecoturístico capaz de propiciar à população local renda, geração de empregos para seus habitantes e o desenvolvimento de uma consciência ecológica com autogestão das áreas protegidas. Neste caso, a própria comunidade seria responsável por gerir a Área de Proteção Ambiental – APA Serra do Lajeado, inserida, em parte, em área do distrito, cuja importância reside em um rico e variado ecossistema de elevado interesse biológico para manutenção de todo ecossistema natural da região. Em toda sua extensão apresenta influências ambientais de caatingas, cerrados e da floresta tropical úmida. Cerca de 138 espécies, entre aves, mamíferos e répteis habitam o local (AMATUR, 2000, p. 8).

Ainda conforme a AMATUR, todos esses recursos naturais, se administrados com seriedade, responsabilidade e modernidade, poderão eliminar a pobreza e finalmente equacionar a diferença da qualidade de vida entre ricos e pobres do local. Mas, qual é a visão de modernidade, aqui empregada?

Para Berman (1987, p. 15), a modernidade traz no seu bojo uma permanente desintegração e mudança, luta e contradição, ambigüidade e angústia. Apesar desta noção ter sido concebida no contexto das transformações ocorridas na Europa, a mesma não deixa de influenciar o pensamento contemporâneo a esse respeito, quando alguns estudiosos sugerem que a modernidade representa ruptura entre o tradicional e novo. Para Giddens (1991, p. 14), “os modos de vida produzidos pela modernidade nos desvencilharam de todos os tipos tradicionais de ordem social, de uma maneira que não têm precedentes”. Segundo Gomes (2000, p. 29), a modernidade retém em sua base um duplo e fundamental caráter formado pelo binômio novo-tradicional. O que os difere “é a percepção de progresso que tende (...) a uma aproximação das realidades últimas de um fenômeno, através do controle e domínio da linguagem e da lógica científica”.

3. A MODERNIZAÇÃO DO DISTRITO DE TAQUARUÇU PELA VIA DO ECOTURISMO

A instalação do Pólo Ecoturístico foi uma ação dentro do plano estratégico de desenvolvimento para o distrito de Taquaruçu, estabelecido pela Prefeitura Municipal de Palmas, com o objetivo de gerar emprego e renda, com vistas à melhoria da qualidade de vida da comunidade local.

Assim, a Prefeitura Municipal de Palmas, através da AMATUR, realizou investimentos na imagem do distrito no sentido deste apresentar um visual que pudesse atrair turistas e visitantes. A Praça Joaquim Maracaípe foi restaurada e reformada visando compor o aspecto bucólico, já característico do local. Desta forma, os bancos dos “filmes românticos” saltaram direto da tela do cinema para a pracinha do distrito. Algumas outras reformas foram realizadas, tais como: “construção de jardins, conservação das árvores existentes, plantação de grama no entorno do teatro de arena e demais partes; edificação de uma cascata em concreto, imitando pedra canga, em volta de uma mureta que serve de proteção” (CARVALHO, 2003, p. 23). O referido teatro se localiza ao lado esquerdo da praça e tem capacidade para 700 pessoas.

Fez parte ainda do projeto de adequação do distrito à nova proposta de modernização do local, a revitalização6 das casas centrais, que ganharam “cara nova”; o distrito recebeu ainda um portal de entrada.

Além destes investimentos, Taquaruçu passou a ser, em Palmas, a “Casa do Papai Noel”. Nos meses de dezembro e janeiro, o distrito recebe decoração especial de Natal e, é erguida, na praça, uma “casa”7 que abriga o nobre velhinho de barba branca, se constituindo em uma atração à parte.

No início da exploração do ecoturismo, Taquaruçu conheceu o apogeu, graças ao intenso trabalho de mídia, colocado num primeiro momento da instalação do pólo.

4. A PERCEPÇÃO DA COMUNIDADE SOBRE O PÓLO ECOTURÍSTICO

No imaginário coletivo da comunidade do distrito de Taquaruçu pairava a idéia de desenvolvimento propiciado pela instalação do pólo. Moradores do distrito e pessoas vindas do próprio estado e de outros estados brasileiros, movidos pelo “boom do ecoturismo”, investiram na aquisição de lotes, na construção de casas e na instalação de estabelecimentos comerciais. Mas, a perspectiva de melhores condições de vida, alimentada pela população do distrito durou muito pouco. Para ser mais precisa, durou apenas um ano (2001 a 2002). De acordo com o entrevistado Aldo Alves Santos “muita gente já foi embora daqui”; o Sr. Nilmar R. Máximo lembra-se do proprietário de uma pousada situada à rua 8A, próxima ao Colégio Duque de Caxias, que se mudou no início de 2004, para Natal, capital do Rio Grande do Norte. Segundo este entrevistado, “Taquaruçu não lhe dava mais prazer. O que ganhava não dava para se manter”, se referindo ao motivo que levara a pessoa a se mudar de Taquaruçu; o Sr. Anísio Moura Silva faz referência a um idoso que, após instalação do pólo, não se adaptou, mudando-se de Taquaruçu, segundo ele, em “busca de melhoria de vida”.

Ao se fazer referência ao pólo percebe-se, na comunidade do distrito, um misto de revolta e de decepção. De acordo com os moradores do local, crescem os problemas sociais como o uso de drogas por jovens, apesar de não constar nos Boletins de Ocorrência da Polícia Militar. Nestes predominam casos de embriaguez, inclusive envolvendo jovens, e briga de marido e mulher, conforme informações prestadas pelo Cabo Heliomar Pereira dos Santos.

Para a entrevistada Elizangela Felício dos S. Sales “o comportamento dos jovens mudou muito” em decorrência da abertura de Taquaruçu para a exploração do ecoturismo. A moradora Sinara Cléia F. Aires, pondera que após a instalação do pólo tem se observado uma tendência, principalmente dos novos moradores, para a construção de muros. Segundo ela, essas pessoas estão “delimitando a vizinhança, buscando proteção... as pessoas têm medo, e por isso limitam o seu espaço”. Conforme Tereza Félix, “a atividade turística de Taquaruçu é excludente. Acontece somente na praça”.

Mas a comunidade não se coloca contrária à idéia do pólo. No geral, prevalece a consciência da necessidade de um planejamento do qual haja a participação dos moradores do distrito. Para Wertemberg Pereira Nunes, “o processo de desenvolvimento do ecoturismo é lento. Só se consolidará mais a médio e longo prazo”. A entrevistada Valdelena Leopoldina Batista acredita que para Taquaruçu se desenvolver através do turismo, depende de “muitos fatores como projeto consistente, sustentável, que respeite a cultura local, além de uma ampla discussão com a comunidade”. Elevado percentual de entrevistados têm a clareza de que a comunidade deve estar preparada e engajada em todo o processo de exploração do ecoturismo.

5. PÓLO ECOTURÍSTICO: O PLANEJADO, O REALIZADO E OS CONFLITOS

O distrito de Taquaruçu e o Pólo Ecoturístico são administrados pela Prefeitura Municipal de Palmas, sendo a Agência do Meio Ambiente e Turismo – AMATUR, responsável pelo Pólo.

Em entrevista com o Gerente de Turismo à época, em linhas gerais o que ficou claro é que existem algumas políticas planejadas para o distrito. No entanto, existe a preocupação com a falta de envolvimento da comunidade e de empreendorismo por parte dos envolvidos na atividade do ecoturismo. Informa, ainda, que existem parcerias da prefeitura de Palmas com órgãos como SEBRAE, SENAC, SENAI, Fundação Natureza do Tocantins - NATURATINS, Secretaria de Planejamento e Meio ambiente – SEPLAN e Secretaria de Estado do Turismo - SETUR, cujas contrapartidas são definidas conforme acordo realizado com a AMATUR, com o objetivo de operacionalizar as atividades planejadas para o distrito.

As políticas de desenvolvimento planejadas para Taquaruçu, almejam:
1) Excelência dos produtos e serviços, através da conscientização da sociedade via programas de educação turística, participação comunitária e sensibilização das lideranças políticas. Também articulação do setor privado com governo e sociedade civil visando o fortalecimento e integração institucional e articulação com o trade turístico, objetivando a formação de produtos diferenciados.
2) Qualidade total dos serviços, cuja estratégia é a formação e capacitação dos recursos humanos, incentivos ao desenvolvimento profissional do ecoturismo, profissionalização dos empresários, proteção e defesa do turismo.
3) Fortalecimento da infra-estrutura através da melhoria da infra-estrutura básica, qualidade da infra-estrutura turística estadual e municipal, qualidade natural e urbana, criação do centro de informação turística e bolsa de negócios.
Mas, as políticas efetivamente implantadas no distrito, contemplaram:
1. Criação do centro de informações turísticas que, no caso, é o Centro de Atendimento ao Turista – CATUR;
2. Melhoria da infra-estrutura urbana caracterizada pela revitalização do centro histórico de Taquaruçu e da praça Joaquim Maracaípe;
3. Implantação de sinalizações turísticas;
4. Formação e capacitação de recursos humanos através de cursos de formação de condutores, segurança em trilha, excelência no atendimento, curso de guia de observação de pássaros;
5. Alguns trabalhos voltados para educação ambiental, como: levantamento dos problemas vividos e suas influências no meio ambiente; realização de palestras para a comunidade, escolas e condutores locais; palestra sobre a importância do ecoturismo para o comércio local, sobre a participação cidadã na preservação do meio ambiente, enfocando os temas água e lixo.
Ainda, segundo o Gerente de Turismo da AMATUR, o órgão tem procurado investir em melhorias de infra-estrutura básica com vistas à superação de problemas relacionados ao acesso, a implantação de sistemas viários, redes pluviais, de esgoto, de coleta de lixo, iluminação, e outros serviços de suma importância para Taquaruçu ingressar no competitivo mercado turístico. Contudo, se observa que as benfeitorias ficaram em torno da Praça Joaquim Lopes Maracaípe no que se refere às obras de melhorias da aparência, não chegando a atender necessidades de infra-estrutura.

Para a instalação do pólo, a prefeitura municipal de Palmas, através de representantes ligados ao turismo, realizou reuniões com a comunidade local. Mas, de acordo com os próprios moradores do distrito, foram reuniões que tinham como objetivos comunicar a comunidade sobre o projeto ecoturístico a ser implantado e buscar o apoio de seus moradores neste sentido. Apesar da comunidade não ter participado do processo de discussão e elaboração do projeto que acabou vindo “de cima para baixo”, a proposta gerou grandes expectativas em relação ao desenvolvimento do local. Conforme expresso pelo líder comunitário, Cloves Nunes Barros, por parte da prefeitura “houve apenas informação sobre o projeto”. “A comunidade esperava que o progresso viesse imediatamente”. “O pessoal acreditava que ia vender os seus produtos”.

As expectativas de mudanças, principalmente nos campos social e econômico, geradas por ocasião da apresentação do projeto do pólo para a comunidade não corresponderam à realidade. Ainda de acordo com o Sr. Cloves N. Barros, a feira da praça Joaquim Lopes Maracaípe “começou com aproximadamente 30 bancas que ao final, ficavam vazias”, vendendo tudo graças ao trabalho realizado pela mídia ainda que em nível local, pois, como afirma o gerente de turismo: “institucionalmente, Taquaruçu nunca foi vendido para fora”. Em Palmas, quando da instalação do pólo, diversos acontecimentos contribuíram para a atração de visitantes em Taquaruçu, como, a inauguração da nova rodoviária, do aeroporto de Palmas e da usina hidrelétrica “Luiz Eduardo Magalhães”, todos ocorridos em 2001, ano em que o pólo foi instalado. Quando da realização desta pesquisa, a feira contava com apenas oito bancas funcionando.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

Com a instalação do Pólo Ecoturístico o distrito de Taquaruçu foi lançado à frente da sua época, abrindo-se para o moderno. Porém, a comunidade não estava preparada nem do ponto de vista de uma educação ambiental voltada para o ecoturismo, nem da qualificação profissional e da capacidade empreendedora. Esta, no sentido de identificar e desenvolver potenciais naturais existentes no local e, principalmente, dentro dos princípios do uso racional dos recursos naturais.
Com as mudanças nas atividades produtivas, propiciadas pelo ecoturismo e uma parte do que adveio dele, as características dessa comunidade se alterou, provocando desajustes familiares ocasionados, principalmente, pelo contato com a modernidade pensada para Taquaruçu, em que foram oportunizadas experiências indesejáveis do ponto de vista sócio-cultural, como é o caso do uso de drogas por jovens.
Considera-se que para a comunidade do distrito de Taquaruçu, a implantação do Pólo Ecoturístico não deve significar uma sofisticação. O processo requer mudanças na infra-estrutura do lugar com o compromisso da não expropriação da população, dos seus recursos naturais. Deverá, pois o Pólo, representar um espaço agregador do qual a comunidade participe de todo o processo, usufruindo os benefícios gerados e tendo seus valores sócio-culturais e ambientais, respeitados.

Thania Maria Fonseca Aires Dourado - Dourado, pedagoga, mestranda em Ciências do Ambiente pela Universidade Federal do Tocantins.

Odair Giraldin - Doutor em Ciências Sociais e Mestre em Antropologia. Coordenador do Núcleo de Estudos Indígenas e professor do Curso de História em Porto Nacional, além de ministrar as disciplinas “Antropologia”, “História da América” e “História do Brasil”. O professor, também, desenvolve pesquisas ligadas a educação indígena e diversidade cultural.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

AMATUR – Agência de Meio Ambiente e Turismo de Palmas. Diagnóstico turístico do distrito de Taquaruçu, Palmas – Tocantins. Prefeitura Municipal de Palmas, 2000.

AQUINO, N. A. A construção da Belém-Brasília e suas implicações no processo de urbanização do Estado do Tocantins. In: GIRALDIN, Odair (Org.). A (Trans) Formação histórica do Tocantins. Goiânia: UFG, 2002.

ARBUÉS, M. P. A migração e a construção de uma (nova) identidade regional: Gurupi. In: GIRALDIN, Odair (Org.). A (Trans) Formação histórica do Tocantins. Goiânia: UFG, 2002.

BARRETO, M. Turismo e legado cultural. 3 ed. Campinas, SP: Papirus, 2000. (Coleção Turismo).

BERMAN, M. Tudo que é sólido desmancha no ar. São Paulo: Companhia das Letras, 1987.

BRASIL. Presidência da República. Comissão Interministerial para Preparação da Conferência das Nações Unidas sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento. O desafio do desenvolvimento sustentável. Brasília: Cima, 1991.
CARVALHO, F. C. Educação patrimonial para a preservação do legado cultural de Taquaruçu. Recife: Universidade de Pernambuco, 2003. Monografia (Especialização em Gestão do patrimônio cultural integrado ao planejamento urbano da América Latina). Faculdade de Arquitetura e Urbanismo. Universidade de Pernambuco, 2003.
GIDDENS, A. Conseqüências da modernidade. 5 ed. Tradução Raul Fiker. São Paulo: UNESP, 1991.
GOMES, P. C. da Costa. Geografia e modernidade. Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2000.
PIRES, P. S. Dimensões do ecoturismo. São Paulo: SENAC, 2002.
SANTOS, J. E. Taquaruçu: reconstruindo uma história através da memória (1940-1960). Recife: UFPE, 1996. Dissertação (mestrado em História). Universidade Federal de Pernambuco, 1996.
UNITINS. Plano de manejo da sub-bacia do ribeirão Taquarussú Grande – TO. Palmas, 1999.
 

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