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Invista em Pernambuco

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Os setores-chave para o desenvolvimento econômico de  Pernambuco são informática, ciência e tecnologia,  os serviços modernos, agroindústria irrigada, o apoio a indústrias estruturadoras e de tradição na Região Nordeste (metal mecânica, têxtil, calçados e processadora de alimentos).

Pernambuco é o único estado do nordeste a dispor de três portos: o fluvial de Petrolina e os marítimos de Recife e Suape. 

O Porto de Suape vem se consolidando como importante diferencial competitivo do estado com uma receita mensal superior a um milhão de dólares.

Igreja de São Pedro em Olinda

Potencial do estado 
· Núcleos de formação, profissionalização e qualificação da mão-de-obra, em segmentos produtivos de ponta;
· Nichos de produção artesanal, localizados em pontos diversos do território estadual;
· Forte presença do "3º Setor", que potencializa a ação do poder público nessa área de atuação;
· Dinamismo do setor serviços com tendência ao crescimento e diversificação.

Finalmente, Pernambuco apresenta significativo potencial, representado por: 

·
Tradição de planejamento;
· Capacidade técnica instalada;
· Concentração de ONGs que se constituem em apoio potencial à sociedade para inserção no processo de descentralização e democratização;
· Experiência em gestão pública participativa, vivenciada sobretudo em prefeituras da Região Metropolitana do Recife;
· Tradição de organização popular, com atuação disseminada por todo o estado e em diversos segmentos sociais.

Arrecifes na Praia do Pina, no Recife

Pólo Médico 

O chamado pólo médico atrai hoje pessoas de todas as regiões. Atualmente, é o segundo pólo médico do Brasil, depois de São Paulo, e emprega 111 mil pessoas em 320 hospitais. O pólo médico é o segundo maior contribuinte de ISS na Região Metropolitana do Recife, com participação em torno de 13%.

Entre o período de 1993 a 1997, houve um crescimento da arrecadação de cerca de 96,6%. Um outro dado importante é a sua capacidade de geração de emprego. São gerados, em média, 5 empregos para cada leito hospitalar existente que tende a crescer na com a introdução de novas tecnologias na infra-estrutura hospitalar, diferente do normalmente ocorre em outros ramos de atividade.  

Pólo de Informática de Pernambuco

Turismo  

A atividade turística tem a sua importância estratégica assegurada pela posição privilegiada de ser Pernambuco portão de entrada e distribuição do fluxo de visitantes para a região. Isso se deve ao fato de Recife situar-se numa posição eqüidistante a Fortaleza e Salvador, Natal e Maceió.  

Pernambuco apresenta vantagens competitivas pela sua beleza natural e construída, diversidade cultural, oferta turística instalada, infra-estrutura portuária e condição histórica de entreposto comercial. Destaca-se no cenário nacional com eventos culturais e técnico-profissionais, o que, associado ao dinamismo dos pólos de informática, médico e educacional, favorece o turismo de convenções.

Vantagens de Pernambuco 

·  Densidade de universidades e centros de pesquisa de excelência;
· 
Vantagens locacionais que potencializam Pernambuco como o portão de entrada 
    para o turismo no Nordeste, tais como posição geográfica, riqueza de patrimônio  
    histórico e construído, beleza natural e paisagística e variada cultura popular;
·  Potencial de integração regional e externa, através do Rio São Francisco e dos 
    Portos de Suape e do Recife; Dimensão do mercado local, demonstrada pela posição 
    de Pernambuco como o 2º maior mercado consumidor do Nordeste e o 1º em perfil 
    de remuneração;
·  Concentração de 53% das Organizações Não-Governamentais atuantes no Nordeste, 
    entidades privadas que prestam serviços de interesse público.

artesanato pernambucano Praia de Boa Viagem, no Recife

Setores de Ponta

No cenário nordestino, Pernambuco detém posição de destaque na produção de bens e serviços de importantes segmentos produtivos, como é o caso da agroindústria irrigada, da agroindústria sucro-alcooleira e do terciário moderno.  
 
 Agricultura Irrigada  

Nos últimos quinze anos, empresas com capital, tecnologia e apoio institucional, instalaram-se na Região do São Francisco. As condições propícias decorrentes de ser essa região a única área semi-árida tropical do mundo, possibilitaram os mais altos índices de produtividade de que se tem conhecimento. Produtores organizaram-se em associações ligadas à fruticultura, abrindo perspectiva de um processo permanente de atualização tecnológica.  

Agroindústria Sucro-alcooleira  

A agroindústria sucro-alcooleira concentrada na Zona da Mata, já representou mais de 56% das exportações brasileiras. Continua mantendo papel de destaque na economia do estado.  

Pólo Médico de Pernambuco

Informática  

O setor de informática tem importância fundamental para a modernização dos outros segmentos da economia, principalmente no começo de um novo século, onde a indústria da informação e do conhecimento vão transformar a maneira como as nossas empresas competirão no mercado global. Neste novo cenário, torna-se imperativo mão-de-obra qualificada e empresas competitivas.  

Só a Cidade do Recife conta com mais de 200 empresas de informática que faturam, por ano, mais de R$ 100 milhões, o que possibilita a atração de indústrias de ponta. O setor de tecnologia de informação da capital pernambucana é tão forte, que a arrecadação do ISS das pequenas e médias empresas de informática eqüivale aos impostos pagos pelo setor de turismo no Recife. 

Arquipélago de Fernando de Noronha

Pólo gesseiro

Um dos maiores destaques da economia do estado é o pólo gesseiro da região do Araripe, no sertão. Pernambuco é responsável pela produção de 95% do gesso fabricado no Brasil. Tem reservas de gipsita suficientes para o equivalente a 500 anos de exploração. O Pólo gesseiro do Araripe, reúne 312 empresas (21 mineradoras, 61  calcinadoras,  e 230  fábricas  de pré-moldados) que produzem e transformam 1,8 milhão de toneladas de gipsita por ano. Juntas, estas empresas são responsáveis pela geração de 12 mil empregos diretos e cerca de 60 mil empregos indiretos, movimentando no último ano 200 milhões de reais.

Reportagem: Ulisses Nunes Sodré

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