Ócio e Trabalho. Por que não?

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O ambiente de trabalho, o horário a ser cumprido, e as horas extras impõem uma grande carga ao trabalhador que, sentindo-se pressionado a realizar as tarefas num espaço de tempo limitado, acaba por fazê-las de modo insatisfatório, uma vez que, seu lado criativo torna-se restrito. 

Este regramento submete os trabalhadores a um grande desgaste físico e emocional que desfavorece o seu rendimento ante as atividades que deva desenvolver.

Assim sendo, as empresas devem incentivar o aspecto criativo de seus empregados, não se limitando simplesmente a controlá-los , pois o controle é uma poderosa força motriz em detrimento a motivação e a criatividade

As empresas precisam perceber que o seu bem-estar econômico está diretamente ligado a indivíduos criativos e que produzem com eficácia, e não uma força de trabalho mecânica , que faz diariamente as mesmas funções em horários determinados, assim há necessidade da redução da jornada de trabalho com mais horas de folga, para que se tenha tempo livre, pois o ócio é um grande aliado para o desenvolvimento de uma fonte de energia numa mente criativa, porque as idéias não surgem repentinamente, é preciso ter tempo para elas fluírem.

Muitos profissionais abrem mão do tempo pessoal chegando mais cedo e trabalhando até mais tarde, o tempo livre é importante, mas o ser humano não foi educado e nem está preparado, vivendo somente para o trabalho, almejando progredir em suas carreiras e deixando de passar mais tempo com suas famílias.

A burocratização nas empresas e outros fatores deste âmbito diminuem a capacidade de atrair pessoas talentosas, mas a realidade será ampliada, de modo que serão valorizadas as pessoas criativas e motivadas, desempenhando papéis que contribuam para algo expressivo, duradouro e significativo.

Autora: Renata Iochida Franco 
Estudante de Turismo e Hotelaria da UNOPAR( Universidade Norte do Paraná), cursando o 4ºano, a elaboração desse artigo foi baseada numa entrevista do Sociólogo Domênico De Masi

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